O primeiro-ministro, António Costa, já chegou a Monchique para visitar as zonas afetadas pelos incêndios e avaliar as consequências do mesmo, que fez 11 desalojados.  Costa afirma que a “prioridade é reconstruir” e voltou a sublinhar o facto de não ter havido perdas humanas, adiantando que pelo menos 17 casas de primeira habitação ficaram destruídas e que precisam de “reconstrução total”. O primeiro-ministro indicou ainda que 13 primeiras habitações se situam em Alferce e as restantes quatro em Monchique. Quanto às falhas de que o Governo tem vindo a ser acusado, Costa sublinhou o número de meios que foram mobilizados e afirma que esta foi uma operação bem sucedida, fugindo à maior parte das questões. O primeiro-ministro alega que as vidas foram protegidas, humanas e dos animais, e que essa era a principal missão.  Após insistência dos jornalistas, Costa afirma que será efetuada uma investigação por parte do Ministério da Administração Interna, normal neste tipo de situações, para determinar se efetivamente houve falhas.  “Pode ter havido aqui ou ali algum exagero, poderá ter havido, se houver haverá com certeza meios para atuar, mas agora, globalmente, aquilo que é absolutamente essencial sublinhar é que, perante a gravidade do incêndio, não ter havido perdas de qualquer vidas humanas é um bem que é absolutamente essencial”, afirmou António Costa. Costa concluiu ainda que, no que toca à prevenção, “esforço tem de continuar”. Sobre a sua ausência e a de Marcelo neste grande incêndio, o primeiro-ministro afirma que seguiram as recomendações de não estarem presentes para que o conbate não fosse prejudicado.