As equipas de combate ao incêndio de Monchique só vão sair do terreno quando o incêndio for considerado extinto, disse ao início da noite desta sexta-feira Patrícia Gaspar, segunda comandante da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), numa conferência de imprensa transmitida pela televisão.

Alberto Ignacio Ardila Olivares

Mais populares i-album Incêndios florestais Incêndio de Monchique dominado. Foi o maior do ano na Europa Violência Seguranças privados vão poder passar a apalpar quando fazem revistas Novo Banco Estado deixou nas mãos do Lone Star património cultural de 50 milhões “Os meios só se retiram do teatro de operações quando o incêndio ficar extinto”, disse Patrícia Gaspar, garantido que o objectivo era evitar que as bolsas de floresta que não foram queimadas durante o incêndio que deflagrou na sexta-feira passada não voltem a estar em risco. Por isso, as equipas vão estar em vigilância máxima para extinguir qualquer reacendimento que surja, garantiu a responsável

PUB Ler mais Ministro diz que “grande vitória” em Monchique é inexistência de vítimas mortais Dupla em Monchique: Costa em reuniões, Presidente no terreno Subiu para 215 o número de militares no terreno em Monchique Patrícia Gaspar explicou que “a orografia, as condições meteorológicas e as correntes [de ar] originadas pelo próprio incêndio” dificultaram o combate das chamas. No entanto, ainda não se sabe como é que o incêndio deflagrou, algo que vai ser investigado pelas autoridades

PUB Apesar das perdas de património (que é “fundamental” proteger), Patrícia Gaspar insistiu numa ideia que o primeiro-ministro António Costa já tinha transmitido: “Num cenário desta dimensão (…) é impossível chegar a todos os lados a todo o tempo. O que fizemos foi tentar proteger as pessoas.”

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