Apesar de ter passado longe do título do Mundial de Clubes, disputado no Japão, o Atlético Nacional volta à Colômbia grato pela torcida dos brasileiros, que declararam apoio incondicional à equipe de Medellín após a tragédia com o avião da Chapecoense.

“Eu gostaria de agradecer a todos os nossos torcedores, que nos apoiou incondicionalmente, mas também aos brasileiros. Eles se uniram depois de tudo o que aconteceu com a Chapecoense”, afirmou o atacante Orlando Berrío, titular nas duas partidas disputadas pelo time colombiano em Yokohama, no Japão.

“Foi muito lindo e muito humano ter esse tipo de apoio”, acrescentou o atleta de 25 anos. O Atlético Nacional tinha o desejo de homenagear a Chapecoense com o troféu de campeão mundial pela tragédia que vitimou 71 pessoas no último dia 29, nos arredores de Medellín, onde a equipe catarinense enfrentaria os colombianos pelo primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana.

Eliminado precocemente nas semifinais do Mundial ao ser derrotado por 3 a 0 pelo anfitrião Kashima Antlers, o atual campeão da Copa Libertadores ao menos conquistou o terceiro lugar da competição.

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A redenção veio após empate por 2 a 2 frente ao América, do México, e vitória por 4 a 3 nos pênaltis, no domingo.

“O resultado demonstra o quanto temos nível para competir com quem que seja no futebol mundial”, concluiu Berrío.

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O Real Madrid terminou com a taça, após vencer o Kashima Antlers por 4 a 2 na prorrogação.

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